Desenvolvendo a cultura de uma cidade

17/5/2008 | Tags: , , , , , , | Escrito por: Stéfano Torres

Não temos tempo a perder...Mudar o jeito de pensar de uma pessoa é algo quase que impossível, relacionamentos[bb] são a prova disso. Raramente as mudanças que provocamos são intencionais, e é ainda mais raro quando temos o resultado que esperamos :)

Buscar o aprimoramento pessoal e o do nosso meio é algo tão instintivo quanto racional. A evolução[bb] prova o quão somos capazes de nos adaptarmos a novas realidades impostas e que o incrível, só permanece incrível até que alguém o faça, tornando-o o próximo estágio na escala evolutiva. Não, não estou falando de x-man[bb].

Estou falando da minha cidade. Londrina, situada ao norte do estado do Paraná. Uma cidade muito bonita, cerveja barata e público universitário (60 mil universitários em uma cidade de 650 mil pessoas). Grandes investimentos visando torna-la um pólo tecnológico vem sido feitos, o que é ótimo para a cidade servir de referência nacional e desenvolver a economia local. Mas este desenvolvimento “do século vinte-e-um” está restrito aos presidentes de conselhos municipais, presidentes das academias com interesse em se instalar aqui e etc. Mas não é culpa deles, eles realmente não estão e não deveriam se interessar em ter uma população que veja as novas mídias como algo a ser levado em consideração como outra qualquer.

O que é necessário para desenvolver uma cidade? Um país? O mundo ? (more…)



If we can’t live together, we will all die on Twitter

23/4/2008 | Tags: , , , | Escrito por: Dirceu Júnior

A proposta aqui é apresentar as novas ferramentas, idéias e conceitos que surgem para tornar nosso trabalho mais eficiente (menos trabalhoso) e nossa diversão mais agradável. Acontece que deixei passar um desses “martelos” e não apresentei para meus raros então preciosos leitores.

Agora o Twitter dispensa apresentações, uma vez que saiu hoje mesmo na Folha.

Acontece que minha motivação para escrever sobre ele só agora não é essa dele estar pop. Acompanhe:

Na semana passada os amigos de um fotografo/manifestante conseguiram soltar o cara da cadeia após verem em seu Twitter a ultima coisa que ele conseguiu escrever antes de ser preso: “Arrested”.

Ontem o prédio ainda não tinha parado de tremer por conta do terremoto mas lá já existia uma cobertura em primeira mão, #terremotoSP, que nenhum portal chegou perto de ter.

Ótimo! Twitter é a salvação para todos os problemas! Não…

Quer dizer que a policia vem para te prender e o que você faz? Twitter. O prédio só está balançando e? Twitter.

Qual será a explicação para isso? O que nos faz compartilhar nossos momentos por mais “finais” que eles sejam?

Lendo um post do Luli — “Live together, die alone” — encontrei o trecho do livro de Aldous Huxley, As portas da percepção[bb] que descreve muito bem o que é o Twitter.

“Vivemos juntos, e agimos e reagimos uns aos outros; mas sempre e em todas as circunstâncias, estamos por conta própria. Os mártires vão de mãos dadas para a arena; são crucificados sós. Abraçados, os amantes tentam desesperadamente fundir suas êxtases insuladas em uma só auto-superação; em vão. Por sua própria natureza, cada pessoa é amaldiçoada a sofrer e gozar em solitude.

Sensações, sentimentos, insights, imaginações — todos são privativos e, exceto através de símbolos e em segunda mão, incomunicáveis. Podemos acumular informações sobre experiências, mas nunca as experiências em si.

Da família à nação, cada grupo humano é uma sociedade de universos insulares”

O que vocês acham? Assim como o Twitter, Wikipedia, Blogosfera, Orkut(s) e MSN(s) são uma tentativa desesperada de fundir experiencias?