Já faz um tempo que abandonei a faculdade (nunca mais apareci por lá e vim para a cidade grande), mas ainda converso bastante com meus ex-colegas de estudo (estudo… sei…).
O bom é que a galera lá de Londrina (Paraná né fio!) não para quieta e está sempre organizando eventos e tendo idéias malucas para mudar o mundo.
Semana que vem, nos dias 16 e 17 de Abril vai rolar a segunda edição do WorkShop Cop-Jr organizado pelo pessoal da empresa júnior de computação - Cop-Jr - da Universidade Estadual de Londrina.
No dia 16 será apresentada uma palestra sobre o framework de desenvolvimento CakePHP e no dia 17 o Roque vai falar sobre Usabilidade na Web.
Provavelmente no dia 17 vou passar uma tarde na universidade e estarei presente na palestra, recomendo a todos que tiverem a oportunidade a fazer o mesmo - uma vez que o Roque é um cara que vem estudando os temas Acessibilidade e Usabilidade a um bom tempo e tem muita literatura para apresentar um ótimo WorkShop.
A proposta é usar coordenadas sonoras para representar a posição do cursor na tela, sendo que a diferenciação estereofônica pode ser usada para representar o eixo horizontal, a diferenciação entre grave e agudo pode representar o eixo vertical e elementos como beeps e chiados podem ser usados para diferenciar sobre qual elemento o cursor está em cima. Ainda, o modelo atual de leitor de tela pode ser reutilizado para quando o usuário manter o cursor sobre um elemento de texto ou que possuir representação textual por certo período.
Segue abaixo a introdução de um trabalho apresentado na disciplina de Introdução a Ciência da Computação do curso de computação na Universidade Estadual de Londrina (UEL) pelos alunos: Caesar Zama Altran, José Roque Betiol Júnior, Dirceu Pauka Júnior.
O Design de Interação vem para melhorar a relação homem – máquina, estudando para criar produtos que de maneira fácil e rápida, qualquer pessoa possa utilizar. A acessibilidade é um dos principais focos desse assunto, pois como melhorar a relação de uma pessoa com dificuldade, seja ela temporária ou fixa, com produtos que estão ao alcance de todos.
O foco no trabalho é detalhar alguns problemas de acessibilidade nos dispositivos usuais de entrada e saída de informações dos computadores. Problemas encontrados por pessoas com necessidades especiais, principalmente usuários com deficiência visual, que não conseguem utilizar do mesmo meio – e melhor até agora – de representação visual das pessoas com boa visão, o monitor.
Usuários com algum tipo de deficiência visual ficam prejudicados na utilização de interfaces gráficas. Mesmo possuindo diversas ferramentas que permitem a interação humano-computador para esses usuários, a velocidade de uso não é satisfatória e as dificuldades são diversas.
Para os DVs uma opção que possibilita um pouco mais de agilidade é o uso de sinais sonoros/leitura de tela. Através do som pode-se mandar informações para que o usuário saiba de forma rápida o que está fazendo. Existem hoje alguns leitores de tela que usam o som para interagir, mas eles não conseguem atender a todas necessidades de um deficiente devido ao fato que diversos softwares e principalmente a Internet não atendem a padrões mínimos necessários para que os leitores de tela tenham boa eficiência (guidelines de acessibilidade da W3C – World Wide Web Consortium).
Em todos leitores de tela atuais o meio que o usuário usa para interagir com a maquina é o teclado, através de algumas combinações de teclas que fazer o software ler cada elemento de uma página Web por exemplo. Devido porém ao problema de padronização já citado, essa leitura se torna ineficiente (lenta).
Pensando nessa dificuldade o trabalho apresenta uma proposta de um novo tipo de leitor de tela. Um leitor onde o usuário DV pode utilizar do mouse e mesmo sem enxergar consegue saber a localização do cursor e a existência
de elementos de software (input, checkbox, botões, ícones, imagens e outros) através de coordenadas sonoras.
Pelo intuito de estudo em uma área que vai além do desenvolvimento técnico computacional, pode-se dizer que o projeto adentra áreas de pesquisa sociais e psicológicas, tendo como objetivo auxiliar na inclusão social e digital possibilitando a participação de todos na geração de riqueza nacional.
Com propósito de realmente auxiliar na inclusão social e digital como dito no último parágrafo o trabalho está sendo divulgado através desse meio sob esta licença: Creative Commons que de forma resumida diz que você pode copiar, alterar, distribuir e até usa-la comercialmente desde que mantenha os créditos originais dos autores.
Para manter o crédito sobre reprodução por favor incluir em qualquer publicação e obra derivada o link para esse artigo de meu blog (link: http://pomoti.com/proposta-novo-modelo-de-leitor-de-tela).
Substituta para a Creative Commons, a “do what the fuck you want” se encaixa melhor neste blog pelas razões de que os idealizadores, criadores e postadores (existe essa palavra?) deste site que vos escreve acreditam na total liberdade para fazer o que acreditam ser certo.
Somos pequenos? Sim, mas acima da média brasileira.
Postamos ocasionalmente e fugindo da filosofia do bom blogueiro? (eu sim, me desculpem)
Não digo que sou contra aqueles que os fazem o que vos lhes digo, mas simplesmente não somos “nozes”.
Meu Lado pseudo-filosófico
O que te motiva a trabalhar?
Ou a viver e acordar todos os dias para largar seu travesseiro e encarar o mundo?
Vamos lá, levante-se e encare o espelho!
Você blogueiro, geek, homo sapiens e amante da vida, não sou um hippie nem maconheiro. Abandone teus preconceitos de berrar que a vida é maravilhosa! O @dirs (maldito vício twitteriano xD) mesmo que era o maior PC-maniac que eu conhecia me disse esses dias que eu deveria viver mais a vida.
Concordo. Você pode terminar este post e não chegar a conclusão alguma, ou fazer como no vídeo do filtro solar (abaixo) e ficarem tocados por 10 minutos.
Não é meu objetivo mudar drasticamente a sua vida. Direi algo que disse aos meus alunos da 8ª série… Tenha consciência de tudo aquilo que fizeres, do momento em que acordas até dormir. Imaginem o que é um aluno de 14 anos, quando lhes pergunto “por que vieram à aula hoje”?
Eu não seria capaz de responder com a mesma idade, entretanto, os que responderam me disseram o seguinte:
Porque minha mãe me obrigou…
Os culpo? Nunca, responderia no máximo o mesmo… Agora, adultos que me lêem… Por que levantam todos os dias para trabalhar em frente à um computador… Aguentar um professor que foi testemunha do último testamento e foi no velório do mar morto lhes dizer como agir frente à um mercado que deixou de existir antes de tu nascer? É…agora me digam uma razão verdadeira.
Não pretendo liderar uma revolta contra a sociedade, mas contra si mesmos.
Sou contra hábitos, rotinas, políticas e tudo aquilo que te faça agir por mero reflexo.
Missa? Vou sim, mas não todo domingo.
Salçinhas crentes me apredejarão mas lá vai…
Jesus foi uma pessoa excelente, mas ele veio por sua palavra! Larguem a imagem e apliquem o que ele desejou! Como Gandhi disse, se os católicos aplicassem o que pregam, me converteria no mesmo dia.
Escola? Vou porque quero. Nunca colei e reprovo muito, mas com a consciência de saber que faço porque quero aprender.
Trabalho? Precisamos de dinheiro para viver, mas não tenham medo de escolher aquilo que lhes deixa feliz. Uma vida sem arrependimentos não tem preço.
O que quero dizer com tudo isso?
Profissionais de T.I. podem não achar implicação prática para tudo isso, nem tampouco empresários juniores ou quem quer que venha a ler… mas como disse, tenham consciência do que fazem. A base para uma sociedade perfeita, para a paz e uma vida que você possa dizer que foi simplesmente boa depende unicamente do bom-senso. Não da lei, nem do governo ou de nossos pais. De nós mesmos.
Tercerizamos as decisões mais fundamentais de nossas vidas à nossos amigos, à sociedade e à cultura.
O foco é mostrar como o ambiente wiki pode facilitar a troca de informações e conteúdo no nicho acadêmico. Com destaque para o exemplo de uso da linguagem científica LaTeX em cima da plataforma MediaWiki.
Lembrando que todo conteúdo desse blog, inclusive essas apresentações estão sob licença Creative Commons 2.5 BR. Ou seja, você pode fazer tudo com esse conteúdo desde que dê os créditos originais do autor.
Nos últimos tempos escrevi muito sobre a economia Wiki (Wikinomics), dei uma copiada de trechos do livro “Wikinomics” aqui (até de mais) e falei mau de certas empresas/pessoas/pensamentos (até de mais).
Ou seja: esqueci que passei no vestibular de Ciência da Computação.
Não que por estar cursando um curso meio “técnico” eu não possa falar sobre economia, culinária ou eventos. Mas chegou a hora de focar mais em uma área.
Há algum tempo venho estudando Ruby. Alias, já passei da fase de só estudar e já estou desenvolvendo Ruby. “algum tempo” quer dizer cerca de 1 ano e meio e eu provavelmente nunca postei nada sobre isso.
Mas agora, diante do “levante” do Fabio Akita para finalmente realizar um evento Rails no Brasil me animei no assunto. Gostaria de chamar todos que tenham interesse pela linguagem Ruby e pelo framework Rails a entrarem no blog do Akita e manifestar interesse na realização do “‘RejectConf’ Sampa”. Também deixo aberto aqui o interesse de realizar um evento do tipo (desconferencia) aqui em Londrina. Qualquer um que tiver interesse por favor envie um comentário.
“A vida é agora” Visa. Qual o seu sonho? Sabemos que para atingir nossos sonhos precisamos estudar, e muito. Não digo dos livros apenas, mas cada fato e oportunidade em nossa vida que acontece e nem sequer nos damos conta de seu valor. Compreender, ou tentar, tem um fator importantíssimo nesse aprendizado. Questionemos o que fazemos e não tenhamos medo de pensar o que ninguém pensou simplesmente porque é assustador. O caminho pelo qual seguimos em busca deste sonho é tão importante quanto o sonho em si.
Sim, este é um blog sobre Tecnologia da Informação, especificamente para gerar a discórdia e re-avaliar nossos conceitos. Algo que percebi, que serve de base para todo o desenvolvimento do conhecimento humano. Caso contrário estaríamos sentados na caverna vendo as sombras das pessoas lá fora.
Quem é você? O que te fez ler estas mesmas linhas? Por que você levantou da cama hoje?
São estas perguntas básicas que não necessitam de respostas? Se a resposta for afirmativa e sem sombras de dúvidas, meus parabéns. Mas aconselho que leia outro texto. Agora se você respondeu um “Não”, ou ainda respondeu sim, mas quer saber a razão de te-las feito, pode prosseguir.
“Só sei que nada sei”
Ainda que tendo se condenado, Sócrates em nenhum momento assumiu conhecer todos os fatos que explicam o mundo ou a si mesmo. Por que razão seriamos diferentes?
Peço mais uma vez que se acalmem, estou apenas mostrando os primeiros Discordianos
Por que você usa este determinado Sistema Operacional? Com certeza existem outras opções, mas algo lhe fez escolher este determinado que você usa, assim como o seu browser. “A escolha de alguém na hora do boot diz muito sobre as pessoas”, realmente. Por que todo mundo não usa o mesmo que você?
Venho por meio deste post reconhecer meu papel neste blog. Nunca entenderei mais do que os conceitos de Java, C++ e XML e suas aplicações. A parte técnica é uma negação para mim. Reconheço que meu campo de estudo esta voltado para enriquecer (vide série “Guia do Pai Rico“) , Marketing, Logística e Gestão empresarial. Legal né? =)
Começando essa nova fase, me perguntei todas as questões acima e vi que Sócrates estava certo. Mas porque tantos contrariam? Porque existem fanboys que lutam para defender seus produtos ou empresas como dúvido que defenderiam a própria honra, sendo que não há nada permanente, nem mesmo uma verdade? Uma das bases da Web 2.0 é a inconstância do produto assim como sua liberdade para interpretação.
Espere um minuto, a Web 2.0 e Sócrates têm alguma relação??!
Oh my dog!
Encontramo-nos no mesmo ponto de partida para uma boa discussão em meio à cidadãos (ou cidadões) Atenienses que foram quem primeiramente definiram os conceitos de felicidade, política, existência, e prazer.
No nono aniversário do Google, testemunhamos o poder que a informação exerce sobre nós acima da força. Com poderes de um Deus (segurem as tochas e guardem a cicuta, deixem-me explicar), seja na Onipresência em todos os aspectos da nossa vida, acessível de qualquer Gadget. Ou na Onisciência, considerando-se que nunca houve na história da humanidade uma base de dados tão ampla sobre ela mesma.
Longe de mim ser contra, acredito que isso não será uma dominação das nossas mentes nos deixando completamente transparentes. O google sabe mais sobre nós do que nós mesmos. Será? Na minha opinião quem consegue ser completamente transparente? escondemos do mundo e de nós mesmos uma parte que não revelamos por mais que queiramos.
Quer ser transparente? A escolha é tua. Não vai ser uma “Organização do Mal” ou “Outra” que irão tirar sua privacidade e liberdade. E convenhamos, se você tem medo de que descubram que anda entrando em sites que você não deveria entrar. Se acha que irão reprovar te reprovar na empresa porque você gosta de beber até cair e fez a caca de entrar na comunidade disso… precisamos reavaliar nossos conceitos.
Também não defendo completamente o 300313, mas acho que estamos mitificando-o e criando um medo maior do que o próprio Ser.