Oba-Oba!

De volta às origens, né?Voltamos no tempo e não me avisaram?

Hoje participei de uma aula só para assistir um debate sobre relações de trabalho - também achei que seria massante, mas um bom discordiano não dispensa um debate :).

O livro discutido foi Chega de Oba-Oba! e defendia a divisão do trabalho da vida social.

A autora condena o espírito de equipe porque este leva os funcionários a pensar que outra pessoa vai fazer o trabalho deles. Para ela, a confusão entre vida pessoal e trabalho provocada pela mentalidade americana é a principal causa da onda de estresse mundo afora; a razão de viver das pessoas não está no âmbito do trabalho. Planeta News

Realmente temos que saber o qual o nosso papel no grupo. Mas sou totalmente contrário à idéia de que o ambiente de trabalho deve ser algo onde dedicamos nosso tempo a algo mecânico e que não devemos torna-lo algo pessoal. Se eu passo 8 ou 12 horas por dia me dedicando ao trabalho (eu conto cada minuto desde o momento que acordo para me arrumar para o trabalho até o momento em que chego em casa), eu tenho direito de torna-lo algo pessoa. É MAIS DA METADE DO MEU TEMPO.

Se encararmos o trabalho da maneira que propõe a autora, quando nos aposentarmos tendo trabalhado uma média de 40 anos, teremos desperdiçado cerca de 15 anos de nossas vidas em troca de dinheiro. Chocante não? Pois é, algumas pessoas não acharam.

O que mais me surpreendeu nessa história toda de debate foi a visão de algumas pessoas ainda concordavam em encarar TODOS os trabalhos como uma linha de produção em série no modelo Fordista.

Não sei porque, mas a expressão “Ludismo” me veio à cabeça…

Encaro o trabalho em parte como lazer, porque ao contrário da maioria (pelo que pude perceber), eu gosto do que eu faço. Me sinto bem em prestar consultoria e ajudar uma empresa, em pesquisar assuntos para o blog e oferecer serviços de hospedagem de domínio. Ou até trabalhar aqui e ali e Barman em uma rave ou outra :).

“Bom-Senso”. Quando foi mencionado no debate imaginei que quem mencionou o tivesse. Não é que tinha? :D

Foi o professor. Realmente, para trabalhos no chão de fábrica não é muito aconselhável que ele pare o serviço para atender o celular, muito menos para um vendedor que está com um cliente. Mas isso depende do “bom senso” do funcionário.

A empresa nos contrata para trabalharmos X horas e nos paga para isso .

Desculpe mas não concordo, não irei contratar alguém que trabalhe 30 horas por dia para mim. Contrato alguém que me mostre resultados no fim da semana. Tendo trabalhado 3 ou 30 horas.

Para trabalhos onde se espera um conteúdo criativo, não podemos definir uma produção X, feita em Y tempo (no meu caso se define n² miligramas de Cafeína multiplicado pelo volume da música).

Eu gosto de trabalhar de madrugada, nas tardes de sábado e de preferência em um note no campus da UEL onde pega wi-fi de boa.

Geek Lifestyle.

Knol pelo menos aqui já gerou conteúdo não Wikipédiano

Bom! Finalmente isso está parecendo um “pomo” de discórdia. Tudo por causa da ferramenta de publicação que está sendo desenvolvida pelo Google conhecida até agora como Knol e por esse artigo levantando o assunto.

Lendo e relendo por ai cheguei a concordar com o que o Rafael Lima disse sobre “informações similares a Wikipédia“, realmente independente da tecnologia as informações serão similares. Mas não serão identicas.

Concordo com Ambos Todos que o foco do Google é publicidade e que uma parceria Google-Wikimedia é legal em pensar (apesar de sinceramente achar difícil).

Porém, discordo:
Achar que o Knol vai ser um problema no que diz a “lixo de conteúdo” e aquecimento global é dar muitos poderes ao Google, Rafael. Por que só levantar bandeira contra o Knol e não também contra as diversas ferramentas de publicação já existentes hoje? Pelo foco em publicidade que o Knol terá? Olhe os blogs e portais de conteúdo, estão cheios de anúncios também.

Ainda na questão de “não importar a tecnologia, conteúdo será igual ou similar” qual o motivo de existirem as diferentes formas de publicação de hoje, se poderia tudo ser publicado no mesmo local?
A resposta é que não pode!

Não se importar com a tecnologia e sim só com o conteúdo é muito bonito e legal, mas atente para uma palavra: . Conteúdo ou tecnologia por si só não importam, e sim a união de ambos.

É por isso que existem outras formas de publicação. Para diferentes conteúdos e focos, diferentes tecnológicas são necessárias.

E Stéfano (@tefo), realmente Google Account por ser mais usado que o CPF já é mais importante nos dias de hoje sim.

Mas também discordando de você, amigo, com carinho suficiente para manter essa discussão saudavel:
Você tem certeza que de qualquer forma criaremos conteúdos similares ao que já existe na Wikipédia?

Volto a repetir: Publicações pessoais são diferentes de enciclopédias. Trabalhos científicos extremamente técnicos e outros tipos de conteúdos como por exemplo dicionários fogem ao foco da Wikipédia tanto que a própria Wikimedia se preocupa em criar formas melhores para os usuários armazenar distintos tipos de material: Wiktionary (dicionário), WikiBooks (wiki-livros), Wikisource (biblioteca de livros prontos - não wiki-livros), Wikinews (Noticias), Wikiversity (conhecimento técnico), Wikispecies (diretório de espécies), Wikicommons (mídia) e outros portais de conteúdo especifico.


Tem ainda a questão da corrida por “Knows” para gerar receita com publicidade. Lógico que para ter conclusões sobre esse assunto, é necessário saber como serão retornados os resultados da busca do Google. Se o Google tratar os “Knows” como qualquer outro endereço, posicionando na busca pelos mesmo algoritmos, qual o problema? Não haverá diferença nenhuma entre as atuais ferramentas de publicação existentes.

Assim sendo, o Knol pode ser encarado como uma forma melhor de armazenar certo tipo de material. E não como um monstro, destruidor dos 5 cantos da terra como estão encarando.

Do what the fuck you want!

Substituta para a Creative Commons, a “do what the fuck you want” se encaixa melhor neste blog pelas razões de que os idealizadores, criadores e postadores (existe essa palavra?) deste site que vos escreve acreditam na total liberdade para fazer o que acreditam ser certo. Jóia

Não estamos aqui para monetizar.

Muitíssimo menos para sermos os supostos líderes da blogosfera.

Somos pequenos? Sim, mas acima da média brasileira.

Postamos ocasionalmente e fugindo da filosofia do bom blogueiro? (eu sim, me desculpem)

Não digo que sou contra aqueles que os fazem o que vos lhes digo, mas simplesmente não somos “nozes”.

Meu Lado pseudo-filosófico

O que te motiva a trabalhar?

Ou a viver e acordar todos os dias para largar seu travesseiro e encarar o mundo?

Vamos lá, levante-se e encare o espelho!

Você blogueiro, geek, homo sapiens e amante da vida, não sou um hippie nem maconheiro. Abandone teus preconceitos de berrar que a vida é maravilhosa! O @dirs (maldito vício twitteriano xD) mesmo que era o maior PC-maniac que eu conhecia me disse esses dias que eu deveria viver mais a vida.

Concordo. Você pode terminar este post e não chegar a conclusão alguma, ou fazer como no vídeo do filtro solar (abaixo) e ficarem tocados por 10 minutos.

Não é meu objetivo mudar drasticamente a sua vida. Direi algo que disse aos meus alunos da 8ª série… Tenha consciência de tudo aquilo que fizeres, do momento em que acordas até dormir. Imaginem o que é um aluno de 14 anos, quando lhes pergunto “por que vieram à aula hoje”?

Eu não seria capaz de responder com a mesma idade, entretanto, os que responderam me disseram o seguinte:

Porque minha mãe me obrigou…

Os culpo? Nunca, responderia no máximo o mesmo… Agora, adultos que me lêem… Por que levantam todos os dias para trabalhar em frente à um computador… Aguentar um professor que foi testemunha do último testamento e foi no velório do mar morto lhes dizer como agir frente à um mercado que deixou de existir antes de tu nascer? É…agora me digam uma razão verdadeira.

Não pretendo liderar uma revolta contra a sociedade, mas contra si mesmos.

Sou contra hábitos, rotinas, políticas e tudo aquilo que te faça agir por mero reflexo.

Missa? Vou sim, mas não todo domingo.

Salçinhas crentes me apredejarão mas lá vai…

Jesus foi uma pessoa excelente, mas ele veio por sua palavra! Larguem a imagem e apliquem o que ele desejou! Como Gandhi disse, se os católicos aplicassem o que pregam, me converteria no mesmo dia.

Escola? Vou porque quero. Nunca colei e reprovo muito, mas com a consciência de saber que faço porque quero aprender.

Trabalho? Precisamos de dinheiro para viver, mas não tenham medo de escolher aquilo que lhes deixa feliz. Uma vida sem arrependimentos não tem preço.

O que quero dizer com tudo isso?

Profissionais de T.I. podem não achar implicação prática para tudo isso, nem tampouco empresários juniores ou quem quer que venha a ler… mas como disse, tenham consciência do que fazem. A base para uma sociedade perfeita, para a paz e uma vida que você possa dizer que foi simplesmente boa depende unicamente do bom-senso. Não da lei, nem do governo ou de nossos pais. De nós mesmos.

Tercerizamos as decisões mais fundamentais de nossas vidas à nossos amigos, à sociedade e à cultura.

Libertem-se de si mesmos.

Do What The Fuck You Want!

Abraços e desculpem por algo tão filosófico.

Menos criticas

Qual o objetivo quando fazemos uma critica? Machucar profundamente o coração alheio? Normalmente quem sofre uma critica acha que é isso. Eu admito que fico irritado quando recebo uma critica também. Mas é questão de tempo para eu entender e até concordar com a critica, talvez até mudar (mudanças são difíceis em qualquer caso, mesmo eu sendo mente aberta… ou não).

Há algum tempo já estou me questionando qual a importância de criticas abertas. Exatamente desde quando o Rafael Lima fez um artigo continuando uma discussão. Primeiro levei como critica e. Depois vi que em partes ele estava certo, e mas adiante percebi que foi justamente a minha critica que gerou uma discussão e que nós levou a algumas conclusões. Ou seja, ela foi produtiva.

Tirei uma conclusão.

Eu não estou totalmente certo em ficar fazendo criticas vazias ao trabalho dos outros só por que eu sei o que é mais certo (não absolutamente certo, sim relativamente).

Isso pela frase: “O problema é quando a empresa está querendo que seu site seja indexada, e o contratado faz um site em flash” que respondo por aqui: “Quando a empresa não sabe o que é [’ser indexada’, ‘acessibilidade’, ‘SEO’], o certo é deixar isso claro para ela, prestar uma consultoria. Qual será a porcentagem de agências ou produtores web que fazem isso? 3%? 5%?”.

E não estou totalmente errado.

Talvez quando dizem que criticas são importantes, estão falando só pra gente refletir, criticar e xingar mentalmente. Pode até ser por isso que quando uma empresa escreve: “dúvidas, elogios, criticas e sugestões: Clique Aqui” e escrevemos aquele e-mail imenso, não recebemos nenhuma resposta. Eles não querem saber das criticas. Acabam não ganhando sugestões e elogios. Provavelmente entendem todas sugestões como criticas. Ou todas criticas como não sugestões. E não respondem.

Mas tudo isso me fez pensar que realmente não irei a lugar algum “se ficar apontando os erros dos outros”, mas eles irão. Eles terão a chance de refletir, igual eu tive com a critica (no bom sentido) do Rafael.

Mas fazendo uma média entre custo x beneficio eu só saio perdendo. Justamente por isso, a partir de hoje, menos criticas abertas de minha parte. Mas não vou deixar de ir lá no Kero Ke Ry avaliar formalmente o sistema deles e jogar os pontos negativos aqui. Não vou deixar de ‘tentar’ ajudar. Só vou diminuir a dose. Ok!?

Ágora 2.0

“A vida é agora” Visa. Qual o seu sonho? Sabemos que para atingir nossos sonhos precisamos estudar, e muito. Não digo dos livros apenas, mas cada fato e oportunidade em nossa vida que acontece e nem sequer nos damos conta de seu valor. Compreender, ou tentar, tem um fator importantíssimo nesse aprendizado. Questionemos o que fazemos e não tenhamos medo de pensar o que ninguém pensou simplesmente porque é assustador. O caminho pelo qual seguimos em busca deste sonho é tão importante quanto o sonho em si.

Platão: 427 AC – 347 ACSim, este é um blog sobre Tecnologia da Informação, especificamente para gerar a discórdia e re-avaliar nossos conceitos. Algo que percebi, que serve de base para todo o desenvolvimento do conhecimento humano. Caso contrário estaríamos sentados na caverna vendo as sombras das pessoas lá fora.

Quem é você? O que te fez ler estas mesmas linhas? Por que você levantou da cama hoje?

São estas perguntas básicas que não necessitam de respostas? Se a resposta for afirmativa e sem sombras de dúvidas, meus parabéns. Mas aconselho que leia outro texto. Agora se você respondeu um “Não”, ou ainda respondeu sim, mas quer saber a razão de te-las feito, pode prosseguir.

“Só sei que nada sei”

Ainda que tendo se condenado, Sócrates em nenhum momento assumiu conhecer todos os fatos que explicam o mundo ou a si mesmo. Por que razão seriamos diferentes?

Peço mais uma vez que se acalmem, estou apenas mostrando os primeiros Discordianos :)
Por que você usa este determinado Sistema Operacional? Com certeza existem outras opções, mas algo lhe fez escolher este determinado que você usa, assim como o seu browser. “A escolha de alguém na hora do boot diz muito sobre as pessoas”, realmente. Por que todo mundo não usa o mesmo que você?

Venho por meio deste post reconhecer meu papel neste blog. Nunca entenderei mais do que os conceitos de Java, C++ e XML e suas aplicações. A parte técnica é uma negação para mim. Reconheço que meu campo de estudo esta voltado para enriquecer (vide série “Guia do Pai Rico“) , Marketing, Logística e Gestão empresarial. Legal né? =)

Começando essa nova fase, me perguntei todas as questões acima e vi que Sócrates estava certo. Mas porque tantos contrariam? Porque existem fanboys que lutam para defender seus produtos ou empresas como dúvido que defenderiam a própria honra, sendo que não há nada permanente, nem mesmo uma verdade? Uma das bases da Web 2.0 é a inconstância do produto assim como sua liberdade para interpretação.

Espere um minuto, a Web 2.0 e Sócrates têm alguma relação??!

Oh my dog!

Encontramo-nos no mesmo ponto de partida para uma boa discussão em meio à cidadãos (ou cidadões) Atenienses que foram quem primeiramente definiram os conceitos de felicidade, política, existência, e prazer.

In Google We TrustNo nono aniversário do Google, testemunhamos o poder que a informação exerce sobre nós acima da força. Com poderes de um Deus (segurem as tochas e guardem a cicuta, deixem-me explicar), seja na Onipresência em todos os aspectos da nossa vida, acessível de qualquer Gadget. Ou na Onisciência, considerando-se que nunca houve na história da humanidade uma base de dados tão ampla sobre ela mesma.

Longe de mim ser contra, acredito que isso não será uma dominação das nossas mentes nos deixando completamente transparentes. O google sabe mais sobre nós do que nós mesmos. Será? Na minha opinião quem consegue ser completamente transparente? escondemos do mundo e de nós mesmos uma parte que não revelamos por mais que queiramos.

Quer ser transparente? A escolha é tua. Não vai ser uma “Organização do Mal” ou “Outra” que irão tirar sua privacidade e liberdade. E convenhamos, se você tem medo de que descubram que anda entrando em sites que você não deveria entrar. Se acha que irão reprovar te reprovar na empresa porque você gosta de beber até cair e fez a caca de entrar na comunidade disso… precisamos reavaliar nossos conceitos.

Também não defendo completamente o 300313, mas acho que estamos mitificando-o e criando um medo maior do que o próprio Ser.

Aberto à discussões =).

Web Arte

Você já abriu a pagina inicial do YouTube e viu/ouviu a Sandra Annenberg falando: “2 bilhões de pessoas morrerão no planeta…blah blah…”?
Pois é, no YouTube você não corre esse risco enquanto corta o seu bifé do almoço. Na Rede Bobo sim.

Mas Andrew Keen parece gostar de receber esse tipo de noticia no almoço. Parece também que ele gosta de limitar nossa (minha) cultura. Eu digo parece porque não li o livro dele The Cult of the Amateur: How today’s Internet is killing our culture, então vai que tou falando besteira só pelo titulo e pelo review.

Eu não li pois é meio díficil comprar um livro que não tem tradução e eu não achei em nenhuma loja aqui. Que bom seria se todo mundo pensasse igual a 37signals.

Pelo titulo o livro vai falar de como a produção de conteúdo por “qualquer” usuário está prejudicando nossa cultura. Mas em meio a toda cultura que eu absorvi hoje, uma não foi possivel: O livro do sujeito ai.


Tudo bem que a maioria é burra (argumento contra a democracia), porém dá pra sacar que quem faz o conteúdo e quem escolhe os melhores conteúdos da web não recebem bolsa familia para tal né? Dá pra entender a diferença?

Com a Web dos dias de hoje muito mais cultura é gerada e espalhada na superficie do planeta. Pelo menos essa é minha opnião, e por isso eu discordo do Mr. Keen e o titulo do seu livro.

Discordo dando três exemplos que circulam sobre a mesma ideia (wiki): Wikipédia, Wiki do professor de Mat. Finita e a excelente ideia do Frederick, Constiwiki.

Wikipédia é o meu maior exemplo de Cultura e Arte. É o porque eu falo pro Tefo que pra mim Web 2.0 não devia ter esse nome geek e deveria se chamar Web Arte. O wiki do professor eu acho que pode ajudar muito o meu meio (faculdade), e o Constiwiki sem palavras!

Além desses exemplos, todos conhecemos vários outros casos em que a Web está facilitando a produção e disseminação de cultura. Não é díficil perceber que a Internet dos dias de hoje está gerando cultura como nunca jamais foi gerado, e não destruindo.

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