PaperVision 3D

Um projeto que a muito tempo me chama atenção é o PaperVision 3D. Coisa de programador: uma engine para utilização de modelos 3D no ambiente já existente de desenvolvimento e execução do Adobe Flash e Action Script 3.

Mas só por que é coisa de programador não quer dizer que para o usuário nada está mudando com a adoção que a ferramenta está tendo.

Para quem ainda não viu muita coisa pela Web em 3D, ou já viu e não sabe se aquilo foi feito utilizando o PaperVision preparei aqui uma lista de sites feitos com tal ferramenta. É uma galeria de deixar a boca aberta tamanho cuidado no design e na interação do usuário.

E o mais animal de todos, um vídeo em 360˚

Se abrir vários desses sites ao mesmo tempo deixou seu computador meio capenga, relaxe que não é (só) sua maquina que esta desatualizada. O PaperVision ainda utiliza muita “magica” para fazer o que faz, o que o deixa meio lento, meio pesado. Recentemente a Adobe incorporou no Flash funções internas para renderização de objetos 3D e isso vem melhorando a performance do PaperVision e de outros engines como Away3D e Sandy 3D.

Gostou da idéia e quer saber como começar a desenvolver seu próprio ambiente 3D? Papervision 3D - A ferramenta Flash do momento é um passo a passo que vai da instalação à criação.

Desenvolvendo a cultura de uma cidade

Não temos tempo a perder...Mudar o jeito de pensar de uma pessoa é algo quase que impossível, relacionamentos[bb] são a prova disso. Raramente as mudanças que provocamos são intencionais, e é ainda mais raro quando temos o resultado que esperamos :)

Buscar o aprimoramento pessoal e o do nosso meio é algo tão instintivo quanto racional. A evolução[bb] prova o quão somos capazes de nos adaptarmos a novas realidades impostas e que o incrível, só permanece incrível até que alguém o faça, tornando-o o próximo estágio na escala evolutiva. Não, não estou falando de x-man[bb].

Estou falando da minha cidade. Londrina, situada ao norte do estado do Paraná. Uma cidade muito bonita, cerveja barata e público universitário (60 mil universitários em uma cidade de 650 mil pessoas). Grandes investimentos visando torna-la um pólo tecnológico vem sido feitos, o que é ótimo para a cidade servir de referência nacional e desenvolver a economia local. Mas este desenvolvimento “do século vinte-e-um” está restrito aos presidentes de conselhos municipais, presidentes das academias com interesse em se instalar aqui e etc. Mas não é culpa deles, eles realmente não estão e não deveriam se interessar em ter uma população que veja as novas mídias como algo a ser levado em consideração como outra qualquer.

O que é necessário para desenvolver uma cidade? Um país? O mundo ? Leia mais »

If we can’t live together, we will all die on Twitter

A proposta aqui é apresentar as novas ferramentas, idéias e conceitos que surgem para tornar nosso trabalho mais eficiente (menos trabalhoso) e nossa diversão mais agradável. Acontece que deixei passar um desses “martelos” e não apresentei para meus raros então preciosos leitores.

Agora o Twitter dispensa apresentações, uma vez que saiu hoje mesmo na Folha.

Acontece que minha motivação para escrever sobre ele só agora não é essa dele estar pop. Acompanhe:

Na semana passada os amigos de um fotografo/manifestante conseguiram soltar o cara da cadeia após verem em seu Twitter a ultima coisa que ele conseguiu escrever antes de ser preso: “Arrested”.

Ontem o prédio ainda não tinha parado de tremer por conta do terremoto mas lá já existia uma cobertura em primeira mão, #terremotoSP, que nenhum portal chegou perto de ter.

Ótimo! Twitter é a salvação para todos os problemas! Não…

Quer dizer que a policia vem para te prender e o que você faz? Twitter. O prédio só está balançando e? Twitter.

Qual será a explicação para isso? O que nos faz compartilhar nossos momentos por mais “finais” que eles sejam?

Lendo um post do Luli — “Live together, die alone” — encontrei o trecho do livro de Aldous Huxley, As portas da percepção[bb] que descreve muito bem o que é o Twitter.

“Vivemos juntos, e agimos e reagimos uns aos outros; mas sempre e em todas as circunstâncias, estamos por conta própria. Os mártires vão de mãos dadas para a arena; são crucificados sós. Abraçados, os amantes tentam desesperadamente fundir suas êxtases insuladas em uma só auto-superação; em vão. Por sua própria natureza, cada pessoa é amaldiçoada a sofrer e gozar em solitude.

Sensações, sentimentos, insights, imaginações — todos são privativos e, exceto através de símbolos e em segunda mão, incomunicáveis. Podemos acumular informações sobre experiências, mas nunca as experiências em si.

Da família à nação, cada grupo humano é uma sociedade de universos insulares”

O que vocês acham? Assim como o Twitter, Wikipedia, Blogosfera, Orkut(s) e MSN(s) são uma tentativa desesperada de fundir experiencias?

II WorkShop Cop-Jr 16 e 17 de Abril

Já faz um tempo que abandonei a faculdade (nunca mais apareci por lá e vim para a cidade grande), mas ainda converso bastante com meus ex-colegas de estudo (estudo… sei…).

O bom é que a galera lá de Londrina (Paraná né fio!) não para quieta e está sempre organizando eventos e tendo idéias malucas para mudar o mundo.

Semana que vem, nos dias 16 e 17 de Abril vai rolar a segunda edição do WorkShop Cop-Jr organizado pelo pessoal da empresa júnior de computação - Cop-Jr - da Universidade Estadual de Londrina.

No dia 16 será apresentada uma palestra sobre o framework de desenvolvimento CakePHP e no dia 17 o Roque vai falar sobre Usabilidade na Web.

Provavelmente no dia 17 vou passar uma tarde na universidade e estarei presente na palestra, recomendo a todos que tiverem a oportunidade a fazer o mesmo - uma vez que o Roque é um cara que vem estudando os temas Acessibilidade e Usabilidade a um bom tempo e tem muita literatura para apresentar um ótimo WorkShop.

Produtividade no Windows (se é possível)

Em comparação com outros sistemas operacionais o Windows tem uma série de dificuldades em entregar produtividade ao seu usuário. O seu maior problema em versões antigas: instabilidade, parece não ser mais o fator comum de reclamações contra o sistema da Microsoft, mas outros problemas ainda persistem.

No OS X várias ferramentas como o spotlight (veja uma foto) já acompanham o sistema, mas mesmo assim os desenvolvedores para a plataforma criaram algo melhor. O QuickSilver funciona quase da mesma forma que o spotlight: você aperta uma combinação de teclas no teclado, então digita o que você quer abrir e ele lista o que está no computador e se parece com o que você digitou. Programas e arquivos, não importando onde esses estão escondidos. Além dessa funcionalidade (que é idêntica a do spotlight) ele suporta extensões servem para criação de atalhos no teclado para executar tarefas e até para a criação de mouse gestures (movimentos que se feitos pelo mouse aciona alguma função do sistema ou de algum programa).

Print do Colibri em serviçoApós minha mudança (de cidade e de sistema operacional) não lembro nenhuma vez que cliquei em algum atalho para abrir um programa, a tarefa passou a ser executada usando o QuickSilver e isso está me fazendo ficar desacostumado ao precisar usar o Windows fora do trabalho (ainda não comprei meu MacBook[bb]).

Pesquisando um pouco encontrei nesse artigo a dica do software Colibri, uma copia (copia mesmo, na cara de pau) do QuickSilver para ser usado no Windows, testei e gostei pra caramba.

Ele não tem tantas opções como o seu inspirador, mas já quebra um galhão e com certeza vai fazer você trabalhar com mais produtividade.

Relacionamento com o cliente

Net, Muffato, Yahoo!, CCR

e

Um restaurante de beira-de-estrada

Semelhanças e diferenças. O que ambos os lados têm a aprender?

Ter uma opinião é seu bem mais precioso como já mencionei antes. Não aceitar uma resposta pronta e procurar saber que fatores levaram à ela.

Imaginem a situação: você vai à uma loja de cd’s comprar o álbum do seu (meu) artista favorito[bb] porque você decidiu que vale a pena pagar por aquela banda e o atendente está muito ocupado empilhando caixas para te ajudar. Apesar de estranhar você procura o gerente para ele lhe informar, quando percebe que este está empurrando um box de dvd’s para outro cliente obviamente mais rico interessante que você, e te encaminha para o zelador. Este, é o primeiro que lhe dá ouvidos, que quer te ajudar mas não tem o conhecimento nem o poder de fazer algo a respeito. Resultado? Você vai embora e baixa aquele torrent da discografia completa e nunca mais pisa naquela loja, e possivelmente em nenhuma outra.

Quem saiu perdendo nesta situação? A banda obviamente foi uma delas, mas foi ela a culpada?

Quais foram as principais conseqüências? Além da venda perdida, pode incluir na conta um marketing negativo que irá impedir de elogiar aquela loja, indicar aos amigos e quem sabe gerar um post sobre isto.

Menosprezar um cliente por menor que ele seja pode causar um impacto em toda a cadeia de processos que foi utilizada para lhe entregar aquele produto. Tenho a certeza absoluta de que você já passou por essa situação.

Irei falar sobre algumas experiências que tive recentemente com o relacionamento de algumas empresas, grandes e pequenas, e comparar com o panorama das empresas regionais. Leia mais »

« Página AnteriorPróxima Página »