Tabela de referência (cheatsheet) de jQuery para iPhone

27/12/2008 | Tags:, , , , | Escrito por: Dirceu Pauka Jr.

Ter uma tabela de referências em mãos, com as funções disponíveis na linguagem de programação ou framework que você está utilizando ajuda muito.

Manter essa tabela sempre aberta, e não em outra aba do navegador também é um bom truque, que evita o desvio de atenção.

A Colorcharge preparou uma versão especial para iPhone da documentação do jQuery. Com o nome de jTouch o projeto deixa as funções e formas de uso do jQuery na ponta do dedo (aha).

Quem não possui o aparelho da Apple, pode também imprimir uma versão pronta para o formato A4. Check this out.



glTail – Visualização de Log

26/12/2008 | Tags:, , , , , , , | Escrito por: Dirceu Pauka Jr.

glTail é um visualizador de logs escrito em Ruby. Os gráficos são gerados com a biblioteca ruby-opengl e a física das partículas é feita com Chipmunk, uma lib para desenvolvimento de física em games que possui ótima integração com Ruby.

Com ele é possível ter acesso a estatísticas em tempo real de vários serviços como Apache, Nginx, MySQL, Squid e aplicações Merb/Rails.

Tudo que você precisa para utilizar é instalar a gem (sudo gem install gltail) e alterar o arquivo de configuração para os dados de SSH e caminho de arquivos do seu servidor.

O amigo @evertonfraga testou a ferramenta com o log do Nginx no We heart it e mandou o vídeo pro Qik, vejam que legal que é:



Surpresas no jQuery 1.3

22/12/2008 | Tags:, | Escrito por: Dirceu Pauka Jr.

O primeiro beta da versão 1.3 do jQuery foi para o ar hoje.

Todas mudanças serão detalhadas no dia 14 de Janeiro, quando a versão sai de beta. De qualquer forma eu cai no código e posso comentar alguns pontos.

Uma boa novidade é que o jQuery não utiliza mais browser sniffing para seus métodos internos.

Isso torna o framework compatível com uma gama maior de browsers. Agora as funcionalidades especificas de cada browser são implementadas dependendo das funções disponíveis e não mais simplesmente da versão do navegador.

Nesse mesmo sentido, o código responsável pela busca de elementos foi totalmente reescrito e agora usa – quando possível – CSS3 Selectors nativo. Assim, em navegadores como o WebKit, quando a função $() for usada quem realmente fará o trabalho é a implementação nativa do navegador. Insanamente mais rápido, huh?

WebKit é o navegador do iPhone e de alguns aparelhos Nokia.
Como em mobile performance no JavaScript é uma preocupação, excelente movimentação do jQuery.

Ajude o pessoal do jQuery testando e reportando possíveis bugs.



SEO Spam

20/12/2008 | Tags:, , | Escrito por: Dirceu Pauka Jr.

A algum tempo tenho notado um comportamento de certas campanhas que não estão me agradando. Algumas até admiro, outras são bem lama.

No YouTube já vi coisas como o dia que os ETs chegariam na terra, que confundem mentes com a brincadeira e com o medo de ser verdade. Essa semana vi os mais de 1350 retwittes (que o search do twitter pegou, lógico). A ligação entre “campanhas” é encontrada quando você diz que ambas são virais. A “campanha” dos ETs pode até não ser de ninguém, pode ser uma brincadeira, um viral infantil de YouTube, mas a outra por ser de uma marca, por vender todas camisetas que estavam na primeira página do site, a vitrine da loja, é interessante.

Ambas me fizeram lembrar de algo que se tornou passado com o advento do Gmail, SPAM.
Sim. Elas me provocaram uma superexposição, pela qual eu não estava interessado. Não é que eu não compraria uma camiseta deles ou não seguiria o link do vídeo do YouTube (sim, vou ficar misturando os dois assim).
Mesmo assim, os ETs, por 1 dia inteiro me chamaram atenção no Twitter. E sabem do melhor? Não tem como destrackear no Twiiter.

Existem também empresas brasileiras de web que eu considerava. Hoje vejo eles fazendo centenas de páginas para seus websites. Vejo cursos e pequenos treinamentos, pequenos posts para a galera virando super exposição de propaganda. Chamam isso de SEO. Provavelmente eu fico prestando muita atenção nisso, de qualquer forma, fikdik.



Vex Wi-Fi Zone

19/12/2008 | Tags:, , , , , , | Escrito por: Stéfano Torres

Finalzinho de tarde em horário de verão é uma delícia.

Todo mundo já saiu do trabalho e ainda tá aquele sol bonito pra embalar um happy hour com a galere no barzinho da esquina, levar a namorada para tomar um sorvete ou pegar suas tralhas e ir para um café para trabalhar um pouco nos projetos pessoais com um mínimo de conforto, wi-fi (pleonasmo, eu sei) e cafeína.

Wi-Fi ZoneAqui em Longina Londrina são poucos os lugares que me senti tão à vontade quanto o Fran’s Café do Jardim Mall. É um lugar bonito, café gostoso e os preços são altos. Por que eu gosto de trabalhar em lugares que custam caro? Não tem mulecada nem pobre pessoas que não tem noção de comportamento. Sim, sou fresco quanto a isso. Exceção para cerveja, cuja fórmula da mais barata prevalece.

Quando comecei a vir, existia um host com o nome relativo ao café e a rua. Meio de divulgação e CRM simples e geniais, utilizado por inúmeros estabelecimentos comerciais como meio relativamente barato de agradar o cliente. Por parte do cliente, ele identificava o nome do estabelecimento onde estava e ficava online sem incômodo nenhum.

Hoje vim novamente ao meu refúgio nerd e encontrei os adesivos identificando aquela como uma Wi-Fi Zone Vex. Por estar isolado no meio da roça de uma cidade do interior, o maior diferencial do Fran’s era a vista para as atendentes de loja mais gatas da cidade e nunca havia ouvido falar do que era o Vex. Conectei à esta rede por ser a única aberta disponível com sinal relevante (duas barrinhas) e logo conheci o modelo de negócios da Vex.

Trata-se de um serviço que funciona em associação com empresas de internet, telefonia fixa e móvel. Você compra algumas horas como em uma lan house e pode acessar de qualquer hostpoint conveniado. O conveniado ganha parte do retorno sobre os acessos de seu ponto e dessa forma, pode quantificar o retorno, do que antes ele enxergava como um gasto.

Ok, idéia legal? Sim, mas é tãããão 2005 quando as pessoas achavam incrível se conectar de qualquer lugar. É definitivamente uma alternativa à clássica chupinhagem de banda dos vizinhos (a qual estou fazendo agora, mil perdões dd-wrt), mas em uma época que o conceito FREE está definitivamente em alta como um modelo de negócios rentável, o Fran’s pecou com a tentação da Vex.

POTENCIAL DESPERDIÇADO

Afora a a frustração de me ver parasitando uma net alheia, o que me surpreendeu na página inicial conectando pela Vex foi o header. Um anúncio.
Não foi somente pela minha birra contra usar flash em sites, mas o fato de que eles estavam obtendo retorno com um anúncio.
Observando o modelo de negócios de outras empresas que proporcionam serviços gratuitos com um mínimo de publicidade bem direcionada que não só não atrapalha, mas também é conveniente (hellooo, google?) vemos que esse modelo tem um bom potencial de sucesso não? (leia bilhões)

Uma proposta que muito provavelmente sera adotada pelo google é a de proporcionar um serviço wi-fi/wi-max que abrangerá o maior número possível de usuários, com mais dados sobre estes, podendo direcionar de modo mais eficiente a publicidade de acordo com o seu perfil. O sonho de todo marketero :)

Trata-se do mesmo motivo de tanto investirem em tecnologia móvel e inclusão digital. Quanto maior o número de locais e meios de acesso à cloud, mais eficiente ela se torna ao passo de que os usuários que à sustentam e formam passam a interagir naturalmente com ela.

POR QUE O GOOGLE É O ÚNICO COM ESSE INTUITO ?

Em primeiro lugar, não é. Há cidades que provem este serviço para seus habitantes e campus de quase todas as universidades disponibilizam uma rede sem custo algum. O São Google só é aquele que enxergou no potencial comercial disto, um modo sustentável de abrangir um número ainda maior de usuários.

Em suma, a Vex utiliza de um modelo ultrapassado que ainda irá render uns bons trocados por enquanto e em um futuro próximo, a medida que as classes populares migrarem novamente, como aconteceu das lan houses para os computadores parcelados no crediário, e ingressarem no mundo mobile como está começando a acontecer especialmente no Brasil onde o crescimento anual de usuários é surpreendente (sim, adjetivo para não ter de procurar os dados precisos, just google it).

Defendo o modelo de negócios que creio que será implantado pelo google, ou qualquer outra empresa que seja capaz disso pelo potencial que representa em termos de vantagens para a tecnologia, publicidade, economia e sustentabilidade (ainda não sei como, mas sustentabilidade tá na moda).

No caso de estabelecimentos como o Fran’s e outros que desejam obter um retorno direto sobre o serviço, creio que usar do modelo de publicidade mesmo que em baixa escala seja uma opção rentável e mais chamativa aos clientes (desde já aviso que não teremos mais NerdsOnCoffel lá), talvez terceirizando uma página com anúncios das principais promoções do shopping na página home de quem entra na rede do mesmo. Seria interessante para o usuário/cliente que iria poder achar aquelas promoções imperdíveis, e definitivamente interessante para os estabelecimentos anunciantes por um custo virtualmente irrisório.

Links de referência:

Infoblogs
s2.com.br



E se linguagens de programação fossem religiões?

16/12/2008 | Tags:, | Escrito por: Dirceu Pauka Jr.

If programming languages were religions… é um post sobre linguagens de programação que foi hypado hoje. Eu com meu gosto por história da computação, traduzi com autorização do autor amz:

E se linguagens de programação fossem religiões?

C seria o Judaísmo – ele é antigo e restritivo, mas todos são familiares com suas leis e o respeitam. O lance é que você não pode se converter para ele – você está nele do começo ou vai pensar que é insano. E também, quando as coisas dão problema, muitas pessoas vão culpa-lo pelos problemas do mundo.

Java seria o Fundamentalismo – ele é teoricamente baseado no C, mas não usa muitas das antigas regras e isso o torna tão diferente do original. Ao mesmo tempo, adiciona seu próprio conjunto de regras, que seus seguidores acreditam serem muito melhores que as originais. Não só acham que é a melhor linguagem do mundo, mas também estão dispostos a queimar quem discordar da questão.

PHP seriam ceitas evangélicas – Briga com o Java pelo mercado de web. Usa muitos conceitos do C e do Java, mas somente aqueles que lhe agradam. Talvez não é tão coerente como outras linguagens, mas ao menos ele o deixa com muito mais liberdade e mantem a idéia original do lance todo. Até o conceito de “vai para o inferno” foi abandonado.

C++ seria o Islamismo – Ele pega o C e não só mantem as leis, mas adiciona uma serie de novas leis bem complexas nele. É tão versátil que você pode usar na fundação de tudo, de grandes atrocidades a obras de arte. Seus seguidos são convictos que ela é a linguagem universal superior, e ficam bravos com quem discorda. Também, se você insulta um deles ou o seu fundador, você provavelmente será jurado de morte por um de seus seguidos radicais.

C# seria o Mormonismo – Na primeira olhada, é a mesma coisa que Java, mas olhando melhor você percebe que é controlado por uma única corporação (que muitos seguidores de Java acreditam ser o mal), e muitos dos seus conceitos são totalmente diferentes. Você até pensa que seria legal, mas desde que todos seguidores de Java não te discriminassem tanto por você estar seguindo ele.

Lisp seria o Zen Budismo – Não existe sintaxe, não existe centralização de dogma, e não existe ser supremo. O universo inteiro está ali ao seu alcance – é só você estar esclarecido o suficiente para perceber isso. Alguns dizem que na real não é uma linguagem; outros dizem que é a única linguagem que faz sentido.

Haskell seria o Taoísmo – É tão diferente de outra linguagens que algumas pessoas não entendem com alguem pode usa-lo para algo útil. Seus seguidores acreditam que ele é o único caminho para salvação, mas essa salvação está além do alcance da maioria dos mortais.

Erlang seria o Hinduísmo – É uma outra linguagem estranha que não parece poder ser usada para nada, e diferentemente da maioria das linguagens modernas, é construído no conceito de vários deuses simultâneos.

Perl seria o Voodoo – Uma incompreensível serie de sacrifícios que envolvem sangue e cabras e corrompem para sempre sua alma. Muitas vezes usado quando seu chefe manda uma tarefa urgente as 9 da noite de uma sexta-feira.

Lua seria a bruxaria – Uma linguagem panteísta que pode ser facilmente adotada em diferente culturas e lugares. Seu código é bem liberal e permite uso de técnicas que seriam descritas como magia por quem usa linguagens mais tradicionais. Ela possui uma forte conexão com a lua.

Ruby seria o Neo-Paganismo – Uma mistura de diferentes linguagens e idéias juntas em algo que é identificado como uma linguagem. Seus adeptos estão crescendo rápido, e quase todo mundo olha para eles com o pé atrás, mas são pessoas bem-intencionadas com nenhuma intenção de machucar ninguém.

Python seria o Humanismo – É simples, não restritivo, e tudo que você precisa para seguir é o senso comum. Muitos de seus seguidores dizem se sentirem livres de todas normas postas pelas outras linguagens, e que eles redescobriram a diversão da programação. Existem quem diga que é uma forma de pseudo-código.

COBOL seria o Paganismo – Existiu uma época que ele foi bem grande e importante, mas nos dias de hoje ela está praticamente morta para o bem de todos. Apesar de muitos terem sofrido com os rituais demandados pelos seus deuses, alguns insistem em mante-lo vivo, até hoje.

APL seria a Cientologia – Existem muitas pessoas que dizem segui-lo, mas você sempre suspeita de ser uma grande zueira que perdeu o limite.

LOLCODE seria o Pastafarianismo – Uma crença exotérica, nascida na Internet que ninguém realmente leva a serio, mesmo com todos esforços para desenvolver e espalha-lo.

Visual Basic seria o Satanismo – Exceto que você não precisa REALMENTE vender sua alma para ser Satanista…



Hotel 626

12/12/2008 | Tags:, , , , , , , , , | Escrito por: Stéfano Torres

Semana retrasada joguei este AdGame, e confesso que fiquei surpreso em quão trabalhado e bem estruturado ele foi.

Quem acessa o site, recebe a informação de que o hotel só receberá hóspedes a partir das 6 horas da tarde até as 6 da manhã. “Cú doce Charminho de balada” foi a primeira coisa que me veio a mente e achei que tivessem fazendo muito suspense por mais um joguinho online. Tem que ter bala na agulha para fazer tanto charme, ou no mínimo um decote à altura.

Fiz a reserva no “hotel” e me esqueci completamente disso. Naquela madrugada estava conferindo meu e-mail quando vi a confirmação da abertura do hotel. Legal, não estou fazendo nada mesmo.

Logo de cara vemos as instruções: jogar em um ambiente escuro, de preferência com fone de ouvido fechado, web-cam e microfone habilitados. Tudo para dar mais credibilidade à experiência.

A ficha de cadastro pede o login e senha do Twitter, assim o game informa aos seus seguidos suas atividades. Muito interessante, mas não aconselho pela enxurrada que seus followers sofrerão além de ser um spoiler das melhores partes.

A opção de habilitar o microfone e web-cam foi algo que me surpreendeu.

Por que seria interessante para um AdGame uma webcam?
Jogue até a parte da enfermeira e terá a sua resposta.
Seguindo a tendência dos vídeos reacionais do 2girls 1 cup, o game captura suas reações nos momentos mais chocantes. Sensacional.

O jogo é legal? É. Eu realmente me assustei com algumas partes dele de um modo que não me assustava desde F.E.A.R., recomendo experimentarem.

Das twittadas durante o jogo até o fato de só ser possível joga-lo durante a noite. Os videos de reações e a interação direta do usuário com o jogo em um ambiente isolado. Todas as características desse Ad merecem um bom destaque.

Pesquisando um pouco mais a fundo, descobri que a agência responsável pela criação foi a Goodby Silverstein & Partners. Quem não conhece o trabalho da agência pelo nome, talvez conheça os anúncios da Budweiser, Wii-Fit, HP e da Adobe. Resumindo, FODAS. Se decidirem por não jogar o hotel626, indico que pelo menos conheçam os estudos de caso e o trabalho desta agência.

Ah, o produto que eles anunciavam?

Doritos!? Non-sense… mas adorei. Prendeu minha atenção, e é isso o que valeu!

Talvez não tenha tido a repercussão esperada (vi no máximo 3 tweets sobre ele) assim como o RAOC (Random Act of Cheetos), da mesma agência e igualmente bem estruturada e com a sensação “WTF” no final delas.



jQuery Touch – Desenvolvimento Web para iPhone

10/12/2008 | Tags:, , , , , | Escrito por: Dirceu Pauka Jr.

Na última semana reuni vários novos skills de desenvolvimento para iPhone. Não foi fácil. O pessoal que desenvolve para a plataforma parece que não curte muito compartilhar o que sabe… foda…

Seguindo a dica do @evertonfraga fui dar uma brincada com um plugin do jQuery que facilita a diversão com as funções de touch (touchstart, touchend, touchmove) e com a API de gestures (gesturestart, gesturechange, gestureend): jQuery Touch.

O problema é que versão original tem algumas cagadas jumentais.

O cara chamava N! vezes a função $() do jQuery e isso deixava o Safari puto (digo, muito lento).

Uma das utilizades da “função $()” do jQuery é buscar um elemento na página.

Na mais rápida das hipóteses, a busca pode ser feita pelo id, tipo $(’#content’), o que vai encadear uma chamada ao método document.getElementById(’content’) do navegador.

No WebKit/Safari essa função é bem rápida e chamar ela em um computador normal não deve deixar nada lento, mas meu amigo, no iPhone é outra história.

Arrumei rapidinho e agora tudo roda mais suave. Com o tempo devem surgir mais melhoras, mas você já pode se divertir também:

Baixe minha versão
Veja aqui como faz para usar isso



Primeira aplicação para iPhone

7/12/2008 | Tags:, , , , , , | Escrito por: Dirceu Pauka Jr.

Acabei de terminar minha primeira aplicação nativa para iPhone[bb].

Eu já havia falado anteriormente sobre o PhoneGap, o maravilhoso framework que permite ao desenvolvedor utilizar JavaScript para desenvolver aplicações instaláveis no iPod Touch e iPhone. Apesar do PhoneGap ainda não permitir a execução de aplicações mais serias e não ter acesso a todos recursos do aparelho, é possivel rodar aplicações simples como a que criei:

Assim que minha conta como desenvolvedor Apple for aprovada, vou disponibilizar a aplicação na Apple Store e posto o link aqui.

E ah! Durante a semana pode ser que eu caia um pouco para Objective-C, assine o RSS e acompanhe :)



PhoneGap – Como desenvolver Apps para iPhone

5/12/2008 | Tags:, , , | Escrito por: Dirceu Pauka Jr.

Comecei a estudar desenvolvimento para mobile recentemente. O iPhone me abriu os olhos para o que vai acontecer na industria nos próximos anos.

O jornal só morreu de verdade nesse ano. Mesmo com aumento de banda na Internet (muitas vezes gratuito por parte da operadora), no Brasil (onde não temos o Hulu) não pode se dizer que a TV está morta. Assim sendo, eu não vou dizer que a industria mobile matou toda industria de computadores pessoais. Mesmo a última sendo, tecnicamente, do século passado, ela definitivamente ainda não morreu.

Espero poder falar mais sobre o mercado na ressaca desse natal, onde tem netbook sendo vendido por 800 reais e onde todo mundo vai sair com um celular mais avançado.

Sobre desenvolvimento, tenho ouvido muitas pessoas falarem do PhoneGap. Ele é um framework para desenvolvimento no iPhone escrito em Objective-C e que usa o engine WebKit (o mesmo que o navegador Safari usa).


PhoneGap iPhone Framework Demo from Jeff McFadden on Vimeo.

Toda conversa que rolou em volta da velocidade do JavaScript nos navegadores agora parece fazer bastante sentido.

O iPhone não é um aparelho esbanjando capacidade como um computador normal. A diferença em capacidade de processamento entre ele e os computadores atuais é abismal.

Não seria possível rodar JavaScript em um equipamento como o iPhone se não fossem feitas melhorias nos interpretadores de JavaScript. Assim como a Mozilla o pessoal responsável pelo WebKit também apresentaram um navegador de primeira.

Nos próximos dias vou brincar bastante com as possibilidades. Uma linguagem script como JavaScript, um framework como o jQuery, um acelerômetro, tela multi touch, câmera e GPS: diversão.

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