Arquivos de Agosto, 2007

Ah! A Lei de Coase!

Não esqueci dela não. Eu falei que ia continuar falando da Lei de Coase e vou!

A Lei de Coase, ou Teorema de Coase é uma teoria que buscou explicar o motivo pelo qual as firmas, principalmente o governo tende a buscar serviços externos.
Incrívelmente os fundamentos desse teorema servem de molde para entender o motivo pelo qual iniciativas como o Linux, Projeto Genoma Humano e Wikipédia conseguem com pouco esforço de capital, resultados melhores que alguns projetos que recebem grandes investimentos financeiros.

DNA

Isso é muito legal, mas se eu continuar falando exclusivamente sobre isso não vai estar sendo nada mais do que uma transcrição de conhecimentos aprendidos no livro Wikinomics. O que eu quero é dissertar como nós podemos usar esse conhecimento sobre economia no nosso dia-a-dia.

Para isso nada melhor que exemplos, casos de estudo próximos da nossa realidade e longe de mineradoras canadenses ou montadoras asiáticas.

Portal Dia-a-Dia na Educação (Governo do Estado do Paraná)

O Portal Dia-a-Dia na Educação, iniciativa da Secretaria de Estado da Educação, desenvolvido pela CELEPAR não usa atualmente 100% da formula mágica de Coase, mas eles estão mudando.

Dia-a-Dia Educação

Atualmente o portal utiliza ferramentas exteriores de custo reduzido para o seu desenvolvimento (base de dados, programação e servidores), porém na geração de conteúdo usa um modelo centralizado. No qual - por exemplo - um professor que queira incluir conteúdo no site é obrigado a submeter esse conteúdo para analise que será feita por uma equipe da Secretaria da Educação.

Lógico que esse não é o melhor “modelo de negocio” para um portal colaborativo de nicho. E no Circuito Paraná de Software Livre (by Stéfano) tive a oportunidade de perguntar se “esse é o melhor esquema” diretamente para o desenvolvedor do projeto - Marcio Rocha de Almeida Assis - e tive a resposta que eu esperava: “não, mas estamos mudando isso”. E depois ele explicou que estão estudando como tornar mais rápida a inclusão de conteúdo descentralizando a revisão de material enviado pelos professores.

Talvez eles se aproximem do modelo Wikipédiano de geração de conteúdo o que vai ser muito bom para eles e para a educação no Estado do Paraná.

Projeto do Portal Super Tuning

Provavelmente ninguém aqui conhece o site Super Tuning. Eu não conhecia. Mas quem é por dentro do mundo da velocidade (principalmente regional) conhece.
Eu também não sei como é o antigo site, sei que ele não está no ar há quase 1 ano e nos últimos 3 meses eu estava trabalhando no desenvolvimento de um portal completamente novo. É certo que somente no último mês que realmente houve força de trabalho em cima do desenvolvimento. E agora estamos próximos do lançamento do portal.

Mas o que é importante dessa experiência para nós?
O importante aqui foi o uso de ferramentas abertas no desenvolvimento. O que reduziu custos, diminuiu muito o tempo de trabalho em cima e o mais importante: tornou o produto melhor.

Repito para quem ainda tem medo de usar “essas coisas opensource”: O uso de ferramentas abertas reduziu custos, diminuiu o prazo e melhorou o produto.

Para os interessados: usei o Wordpress como plataforma, modifiquei ele usando um tema próprio pro ST, a estrutura de arquivos e vários plugins da comunidade e que eu acabei melhorando e enviando as melhorias [1 e 2] de volta para os desenvolvedores.

Conclusão

Essa é a conclusão que eu queria chegar desde quando escrevi o primeiro post sobre a Lei de Coase:
O software livre é uma externalidade de baixo custo. Se você ainda não utiliza nenhum projeto de código aberto em sua empresa ou projetos pessoais, você está contrariando uma lei econômica importantíssima que diz:

Enquanto for mais barato realizar uma transação dentro da sua empresa, deixe-a lá. Mas, se for mais barato ir para o mercado, não tente realizá-la internamente.

A questão é: Por que? É preconceito? Esse preconceito vai acabar com sua empresa. Entre preconceitos e lucros, com qual você fica? Não parece uma escolha difícil. Não acredita em mim? Está de saco cheio de tantas perguntas? Saia daqui e vá ver como o Governo Federal está economizando em software.

Evolução do O.S. vs. Evolução do Usuário

Ubuntu

Decidi escrever esse post após formatar e reinstalar (à contragosto) o Windows no meu computador. Eu usei-o por muito tempo até que abandonei, migrarando para o Ubuntu. Eu era um usuário completamente leigo em ambos OS, e achei o Linux fenomenal. Ele não apresentava vírus, não haviam milhares de coisas que travavam o pc inteiro, e o melhor de tudo, nenhuma bendita tela azul! Instalei em um HD separado de um antigo pc, para não haver nenhuma discussão com os usuários de casa…Claro que houveram.

Em primeiro lugar, todo e qualquer problema no windows, assim como internet lenta ou caindo, toalha molhada em cima da cama, atraso para o almoço e o cara de alho a 4 foi atribuido ao pobre Tux! Tela Azul

Defendi-o com unhas e dentes e mantive ele, sem a necessidade sequer de entrar no windows por 2 meses! Infelizmente, devido a necessidade de gravar um cd (falta um aplicativo tão bom quanto o Nero no Linux =/), somada às críticas insistentes me fizeram perceber que não haviam mais condições de manter o Windows daquele modo. Tomei a decisão clássica de resolver um problema do Janelas. Se ponto de Restauração nenhum funcionou, FORMATA! (sim, também odeio essa alternativa).

Enfim, formatei, instalei o Office 2007, Corel 12, Sauerbraten (é um vício, não fico sem) e o Frets on Fire. O que eu estranhei? Eu estava no windows e gostando de usar. Ele sem aquela lista infindável de programas inúteis que somos forçados a instalar (simplesmente porque não há um padrão para um arquivo de vídeo, um de áudio, um de imagens e um de documentos) rodava muito bem, obrigado. Desde então voltei a usar um pouco mais o velho sistema operacional.

De modo nenhum eu quero desmerecer o Ubuntu, eu estou explicando que meu período como Linuxer me ensinou muito, especialmente como não ser dependente psicológico de jogos =). Me ensinou que por mais que queiramos deixar o desktop e o layout com nossa cara, os opcionais originais são os melhores. Foram desenhados por profissionais que passaram anos desenvolvendo uma identidade visual que todos gostem. Justamente a sacada que há no Mac OS, abdiquemos da customização em troca da usabilidade e desempenho (se eu for puxar a sardinha pra algum lado será pro Mac ;D) .

PAZ

O que eu quero dizer é, não somente o Windows mudou, mas também mudamos. Eu me tornei um usuário “melhor”. Não somente pare de clicar em Cartões de amizade.exe, ou aceitar emails do domínio @jmail.com, mas saiba definir prioridades e necessidades ao longo prazo. SIM! Espalhem aos 4 ventos, o Linux me fez uma pessoa melhor. Curou minha impotência sexual e impediu a queda de cabelo! Brincadeira, meu cabelo ainda cai… Ou seja, o Pinguin é excelente, e pretendo voltar a ele do zero, para me maravilhar ainda mais! pois cheguei a ele leigo e instalando tudo quanto é pacote de aplicativo… afinal é de grátis, né? Mas por enquanto vou conversar melhor com esse OS que o mundo todo usa.

Coisas que realmente senti falta no Ubuntu:

  • Nero
  • Msn Live Messenger
  • Corel
  • Sauerbraten (há uma versão mas trava o linux)

Coisas que sinto falta no Windows:

  • Meu Hexaedro de desktops
  • Liberdade de clicar em qualquer link
  • Gerenciador de janelas que mostre todas ao mesmo tempo
  • Funcionabilidade e arquitetura de programação tão boa quanto o Ubuntu.
  • Ausência total de “erro grave do sistema”.

Como podem ver, é preciso de ambos…

ah sim:

Coisas que sinto falta no Mac OS X

  • oi
  • tudo bom?
  • hehe

;D

Hype-Stop #2

O Papa é Pop

Digitei Hype no google imagens e me apareceu isso o.O

O Hype, assim como o Pontífice está na moda, ou seja, o Hype é Hype. Falar dele já se tornou de praxe em qualquer blog de respeito ;D. Sendo uma meta linguagem cita-lo em uma post sobre hype. A interação entre a mídia e o público, assim como as tendências e necessidades do consumidor passaram a ter de se interpretar como um todo. Sendo uma quantidade tão grande e complexa de informação, não temos opção por enquanto senão a de escutar a conversa, o bom e velho boca-a-boca que em tempos digitais, é representado por nós. Isso mesmo, blogueiros e seus leitores, para-quedistas ou não, nos tornamos (ou estamos nos tornando) referência importante nos planos dos diretores de marketing =).

Update: Desisti de tentar colocar no sábado os hypes da semana. Convenhamos, o hype da terça é cult no sábado…

Circuito Paraná de Software Livre

circuito paraná de software livreDurante os dias 17 e 18 ocorreu o Circuito Paraná Software Livre. Confesso que fui cobrir o evento sem muita idéia do significado (além do que o nome diz) real de sua importância.

A Iniciativa de implantar o Software Livre (Open-Source) para aplicações governamentais me surpreendeu muito. O motivo para a migração de sistemas privados foi o de que reduziria muito os gastos do governo. Uma tecla que eles bateram muito foi a de que com isso, o governo não está economizando, mas deixando de gastar parte do orçamento para reverter em outras necessidades.

Como aluno de Adm. (creio que o único “não-aluno de computação do evento”) minha visão foi mais geral, observando as razões sociais e aplicações econômicas de cada micro-evento (sim, exatamente como no blog ^^). Por isso desculpem por não ter uma visão técnica sobre o assunto.

Dia #01

Tradicional abertura do evento com autoridades locais e representantes dos parceiros. Coisa que qualquer um prefere pular por ser a coisa mais chata do mundo, sei disso porque eu também achava. Não sei se alguém percebeu mas é muito engraçado escutar a opinião de pessoas que tentam te impressionar com a consciência disso =).

Elza Correia: a coordenadora da região metropolitana de londrina admitiu que era leiga em termos mais avançados de computação, mas que apoiava muito o desenvolvimento do potencial dos jovens…[…] mas a frase dela que me marcou: “Software Livre democratiza e socializa.” Quase chorei… ou não! Como ela mesma admitiu ser leiga, eu não a culpo por não ter uma noção da amplitude do potencial Open Source. Que idéia é essa de que o software livre é como uma “caridade” para a comunidade, sendo todas as empresas que abrem seus códigos, portanto, canonizadas pelo papa Bento XVI. O potencial do Open Source é realmente fenomenal, mas sinto informar os esperançosos… ele não irá ser o causador da igualdade entre todos os povos da Terra. Marx não conseguiu, é um pouco de pressão demais em cima do Tux.

Marcos Friederich Von Bostel: É, eu sei. Ele falou resumidamente de seu papel como coordenador do APL de TI na cidade, que ele abordou muito bem no Londrina Técnopolis em maio. Cada dia que passa concordo mais com ele de que Londrina tem um potencial fenomenal para o desenvolvimento de softwares.

Professor substituindo o reitor %$¨*%*: “Bom evento para todos” (Y) Valeu!

Professor chefe do curso de computação: Esse eu realmente gostei, ele agradeceu o convite e disse simplesmente: ” Software Livre é uma tendência do futuro e temos que caminhar com ela pelo e para o desenvolvimento” essa foi eleita a minha frase favorita da noite.

Professor Dirceu (chefe do Centro de Ciências exatas) e Japonês magricelo organizador da etapa londrina: Muito orgulho, yadda yadda yadda bom evento yadda yadda yadda.

Seguiu depois uma palestra do presidente da CELEPAR - Henrique Salatino Miorelli - que abordou o desenvolvimento do software livre no Paraná, e da história de como foi implantada a iniciativa passando por várias etapas. Implantar o Software livre no governo foi uma grande conquista para a comunidade na minha opinião.

Dia #02

O segundo dia foi o dedicado às palestras e oficinas . Realizado no bloco do CCE - Centro de Ciências Exatas - em2 salas de aula e um laboratório para as oficinas, é um dos sinais de que o reitor da UEL, apesar de querer vincular seu nome ao evento (já que tudo que leva a marca Software Livre é bonzinho, por que não?) ele não deu o menor apoio, e friso aqui, que foi de total iniciativa dos organizadores realizar a etapa Londrina. Encontramos o Henrique Miorelli enquanto jogávamos truco discutiamos o futuro do universo e ele estava PUTO com mágoas do reitor pelo mesmo não ter: divulgado o evento, colocado placas de sinalização para encontrar o evento dentro da Universidade ( para quem não conhece, os centros são extremamente afastados e isolados =), informado aos servidores e comerciantes de alimentos que haveria algo. Basicamente o papel dele foi “deixar” que o evento acontecesse. Joinha para o reitor (y). O Henrique falou que não voltaria ano que vem por ter sido tratado com tanta desrespeito, e realmente foi. E quem sai perdendo nessa história? O reitor é que não é.

Voltando ao assunto principal : TI!

Expresso Livre

Assisti a apresentação do Expresso Livre, uma ferramenta implantada no paraná por órgãos públicos que visa mobilidade de serviço, economia de recursos e usabilidade. Honestamente eu achei incrível, ele é um provedor de e-mails, um messenger, uma agenda (fácil de usar e prática) e mais em um só aplicativo web. Funcionalidade boa, e programação muito criativa implantando o Ajax juntamente com o CSS e uma base em Javascript (não entendi patavinas do que falei, mas foi o que me explicaram.. fico tãoo bonito ^^). Ele integra serviços sociais e bancos de dados do DETRAN-PR, Exército do RS, e outros. Confesso que eu saí de lá com o desejo de poder implantar um mini-Expresso livre, que não seja conectado a todas as empresas com o mesmo programa, como é o caso do Expresso livre, mas que unisse as de mesmo ramo ou interesse. Toda uma rede de fornecedores, produtores e distribuidores. No caso de bens intelectuais ou serviços, imagine a troca de ferramentas. Fiquei impressionado. (y)

Parabéns o/ :

  • Iniciativa dos alunos e professores em trazer esse evento para a cidade.
  • CELEPAR - Incentivar e dar apoio ao desenvolvimento de software livre de uma maneira que realmente gera resultado.
  • Aos que perderam um sábado lindo de sol para passa-lo enfiados em uma sala sem uma única presença feminina até onde a vista alcançava, só para discutir softwares.

Troféu Joinha (y)

  • Reitor da Uel.
  • Falta de interesse dos alunos que não compareceram.
  • Quem teve a idéia de colocar 16 banners em uma única sala de palestras. (spam no first-life =O)

Comentários gerais non-sense com o evento mas que eu quero muito falar:

Primeira vez que eu cubro um evento na condição de blogueiro. Foi muito engraçado escrever “pomoti.com” no crachá, mas de certa forma me fez me sentir diferente. hehe

Blogueiro já não é uma dos hobbys profissões mais fáceis, estudante universitário então…. tive que matar a aula de estatística e filosofia para comparecer, mas valeu a pena! (é..não foi um sacrifício tãão grande, haha.)

Vou elogiar algo, Unopar

Para! Se eu vou elogiar algo deve ter ocorrido algo. Ocorreu, eu conheci o que a Unopar é por dentro.

UnoparAté 4 horas atrás Unopar para mim era a faculdade onde 91,5% dos meus ex-colegas de sala do terceirão estão estudando, (haha ok, desses 91,5% tem gente na Metropolitana e Unifil também).

Esquecendo essa de que qualquer ameba pode estudar lá (particular), sobra para analisarmos a tecnologia, parte que nos interessa.

Além de oferecer cursos presenciais, sendo uma faculdade nos moldes de qualquer outra particular, a Unopar oferece cursos de ensino à distancia, sendo a geradora de conteúdo para várias outras faculdades espalhadas pelo em mais de 280 cidades brasileiras.

As aulas são gravadas no estúdio aqui em Londrina e transmitidas via satélite para o resto do Brasil, os trabalhos são enviados e corrigidos online por professores que trabalham de suas casas, com banda larga paga pela instituição.

Chique. Né? Aqui em Londrina… Com tecnologia e “know how” próprio (inclusive o sistema programado em Java que é usado no “Unopar Virtual” foi produzido ali dentro e segundo o Tony, pela equipe docente da pós em Java dele).

Para ter noção de como a Unopar é ‘elogiavel’, no começo do ano em uma visita à Chapada da Diamantina, numa cidade no meio da chapada (isso é muito longe, e muito dificil de chegar) parei para tomar um Tampico. Meu pai começou conversar com o ‘peão’ que cuidava do ‘lugar’ (falta de palavra), e o ‘cara’ com sotaque de bahiano:

- Vocês não são daqui né?
- Não…
- D’onde são?
- Paraná… Londrina.
- A é, a faculdade que faço é de lá.
- Unopar?
- É.

Meu! A chapada da diamantina fica a uns 400km de Salvador. Tem época do ano que não tem Vôo para Lençois (a principal cidade da chapada), estávamos lá no ‘meio do meio’ do nada e um cara ‘estudava’ na faculdade que fica aqui em Londrina!

Hoje foi a formatura de 3 cursos, e eu fui lá ver minha mãe pegar o canudo de Psicologia. Toda cerimônia foi transmitida pelo telão. Ela foi gravada nos estúdios da Unopar e transmitida para o auditório que estávamos e ao mesmo tempo para outras 130 cidades, onde ao todo mais de 10.000 alunos se formaram.

É um modelo de negocio excelente, arquitetado aqui na cidade e que utiliza muito bem as ferramentas tecnológicas. Merece meu elogio.

Blogosfera vs. Estadão (y)

Blogosfera vs. estadão

O que sinceramente me ofendeu na nova publicidade do estadão, não foi, ao contrário do que muitos pensam, a ofensa contra os blogueiros (relaxem, já fiz a macumba para o marketeiro) mas contra o usuário. Supor que o usuário não possui um senso crítico do que é conteúdo de qualidade do lixo, é chama-lo de incapaz de tomar suas próprias decisões.

Não vejo a lógica que leva um cidadão a crer que o único modo de ser um site de sucesso é acabando com todos os outros. Com raras exceções, isso é muita prepotência por parte dos publicitários. Como já havia comentado no desta.ca sobre este mesmo assunto “Eu fico assustado quando vejo jogadas de marketing assim, sério.” e quem me provar que eu não tenho motivos para isso que atire o primeiro mouse! Talvez a intenção tenha sido criar todo esse buzz, se foi, funcionou maravilhosamente… Agora quero ver se isso trará um bom retorno para o jornal.

Pelo que entendi, o site novo do jornal é contra todos os blogs, uma vez que não aparece uma única menção na publicidade de que nem todos os blogs são do mal. Provem-me do contrário.

Eu pessoalmente prefiro me informar por blogs pois não possuem o mesmo apelo comercial dos jornais. Óbvio que eu não leio apenas uma fonte sobre determinado assunto antes de assumi-lo como verdade. O que eu mais gosto é justamente esta oportunidade de exercer minha escolha e minha crítica a respeito do que quero saber, além de me mostrar todos os lados da história. O grande argumento dos pró-mídias tradicionais, é justamente que blogs não possuem fontes confiáveis ou não realizam pesquisa. Como blogueiro eu afirmo: eu escrevo sobre coisas que eu conheço (errr), não teria razão um post meu com uma menina cantando holandês e rodando um aipo.Blogueiros pesquisam muito bem para defender sua opinião sobre cada assunto. Escute todos =)

Só não substituiu o jornal ainda porque não há um leitor de RSS em frente à minha privada =).

Update

Ok, exagerei quando falei que só não substituiu o jornal porque não havia um reader em frente à privada. Correção: A mídia impressa e convencional é muito boa porque serve de referência para nós blogueiros termos uma base profissional de “como escrever bem sem fazer um curso caro” e tem informações com credibilidade, o que as vezes é necessário e nem sempre pode se contar com os blogs para isso =/.

Ah, e o reader pra privada =). Achei uma utilidade pro bichinho.

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