Desenvolvendo a cultura de uma cidade

Não temos tempo a perder...Mudar o jeito de pensar de uma pessoa é algo quase que impossível, relacionamentos[bb] são a prova disso. Raramente as mudanças que provocamos são intencionais, e é ainda mais raro temos o resultado que esperamos :)

Buscar o aprimoramento pessoal e o do nosso meio é algo tão instintivo quanto racional. A evolução[bb] prova o quão somos capazes de nos adaptarmos a novas realidades impostas e que o incrível, só permanece incrível até que alguém o faça, tornando-o o próximo estágio na escala evolutiva. Não, não estou falando de x-man[bb].

Estou falando da minha cidade. Londrina, situada ao norte do estado do Paraná. Uma cidade muito bonita, cerveja barata e público universitário (60 mil universitário em uma cidade de 650 mil pessoas). Grandes investimentos visando torna-la um pólo tecnológico vem sido feitos, o que é ótimo para a cidade servir de referência nacional e desenvolver a economia local. Mas este desenvolvimento “do século vinte-e-um” está restrito aos presidentes de conselhos municipais, presidentes das academias com interesse em se instalar aqui e etc. Mas não é culpa deles, eles realmente não estão e não deveriam se interessar em ter uma população que veja as novas mídias como algo a ser levado em consideração como outra qualquer.

O que é necessário para desenvolver uma cidade? Um país? O mundo ? Leia mais »

If we can’t live together, we will all die on Twitter

A proposta aqui é apresentar as novas ferramentas, idéias e conceitos que surgem para tornar nosso trabalho mais eficiente (menos trabalhoso) e nossa diversão mais agradável. Acontece que deixei passar um desses “martelos” e não apresentei para meus raros então preciosos leitores.

Agora o Twitter dispensa apresentações, uma vez que saiu hoje mesmo na Folha.

Acontece que minha motivação para escrever sobre ele só agora não é essa dele estar pop. Acompanhe:

Na semana passada os amigos de um fotografo/manifestante conseguiram soltar o cara da cadeia após verem em seu Twitter a ultima coisa que ele conseguiu escrever antes de ser preso: “Arrested”.

Ontem o prédio ainda não tinha parado de tremer por conta do terremoto mas lá já existia uma cobertura em primeira mão, #terremotoSP, que nenhum portal chegou perto de ter.

Ótimo! Twitter é a salvação para todos os problemas! Não…

Quer dizer que a policia vem para te prender e o que você faz? Twitter. O prédio só está balançando e? Twitter.

Qual será a explicação para isso? O que nos faz compartilhar nossos momentos por mais “finais” que eles sejam?

Lendo um post do Luli — “Live together, die alone” — encontrei o trecho do livro de Aldous Huxley, As portas da percepção[bb] que descreve muito bem o que é o Twitter.

“Vivemos juntos, e agimos e reagimos uns aos outros; mas sempre e em todas as circunstâncias, estamos por conta própria. Os mártires vão de mãos dadas para a arena; são crucificados sós. Abraçados, os amantes tentam desesperadamente fundir suas êxtases insuladas em uma só auto-superação; em vão. Por sua própria natureza, cada pessoa é amaldiçoada a sofrer e gozar em solitude.

Sensações, sentimentos, insights, imaginações — todos são privativos e, exceto através de símbolos e em segunda mão, incomunicáveis. Podemos acumular informações sobre experiências, mas nunca as experiências em si.

Da família à nação, cada grupo humano é uma sociedade de universos insulares”

O que vocês acham? Assim como o Twitter, Wikipedia, Blogosfera, Orkut(s) e MSN(s) são uma tentativa desesperada de fundir experiencias?

II WorkShop Cop-Jr 16 e 17 de Abril

Já faz um tempo que abandonei a faculdade (nunca mais apareci por lá e vim para a cidade grande), mas ainda converso bastante com meus ex-colegas de estudo (estudo… sei…).

O bom é que a galera lá de Londrina (Paraná né fio!) não para quieta e está sempre organizando eventos e tendo idéias malucas para mudar o mundo.

Semana que vem, nos dias 16 e 17 de Abril vai rolar a segunda edição do WorkShop Cop-Jr organizado pelo pessoal da empresa júnior de computação - Cop-Jr - da Universidade Estadual de Londrina.

No dia 16 será apresentada uma palestra sobre o framework de desenvolvimento CakePHP e no dia 17 o Roque vai falar sobre Usabilidade na Web.

Provavelmente no dia 17 vou passar uma tarde na universidade e estarei presente na palestra, recomendo a todos que tiverem a oportunidade a fazer o mesmo - uma vez que o Roque é um cara que vem estudando os temas Acessibilidade e Usabilidade a um bom tempo e tem muita literatura para apresentar um ótimo WorkShop.

Produtividade no Windows (se é possível)

Em comparação com outros sistemas operacionais o Windows tem uma série de dificuldades em entregar produtividade ao seu usuário. O seu maior problema em versões antigas: instabilidade, parece não ser mais o fator comum de reclamações contra o sistema da Microsoft, mas outros problemas ainda persistem.

No OS X várias ferramentas como o spotlight (veja uma foto) já acompanham o sistema, mas mesmo assim os desenvolvedores para a plataforma criaram algo melhor. O QuickSilver funciona quase da mesma forma que o spotlight: você aperta uma combinação de teclas no teclado, então digita o que você quer abrir e ele lista o que está no computador e se parece com o que você digitou. Programas e arquivos, não importando onde esses estão escondidos. Além dessa funcionalidade (que é idêntica a do spotlight) ele suporta extensões servem para criação de atalhos no teclado para executar tarefas e até para a criação de mouse gestures (movimentos que se feitos pelo mouse aciona alguma função do sistema ou de algum programa).

Print do Colibri em serviçoApós minha mudança (de cidade e de sistema operacional) não lembro nenhuma vez que cliquei em algum atalho para abrir um programa, a tarefa passou a ser executada usando o QuickSilver e isso está me fazendo ficar desacostumado ao precisar usar o Windows fora do trabalho (ainda não comprei meu MacBook[bb]).

Pesquisando um pouco encontrei nesse artigo a dica do software Colibri, uma copia (copia mesmo, na cara de pau) do QuickSilver para ser usado no Windows, testei e gostei pra caramba.

Ele não tem tantas opções como o seu inspirador, mas já quebra um galhão e com certeza vai fazer você trabalhar com mais produtividade.

Relacionamento com o cliente

Net, Muffato, Yahoo!, CCR

e

Um restaurante de beira-de-estrada

Semelhanças e diferenças. O que ambos os lados têm a aprender?

Ter uma opinião é seu bem mais precioso como já mencionei antes. Não aceitar uma resposta pronta e procurar saber que fatores levaram à ela.

Imaginem a situação: você vai à uma loja de cd’s comprar o álbum do seu (meu) artista favorito[bb] porque você decidiu que vale a pena pagar por aquela banda e o atendente está muito ocupado empilhando caixas para te ajudar. Apesar de estranhar você procura o gerente para ele lhe informar, quando percebe que este está empurrando um box de dvd’s para outro cliente obviamente mais rico interessante que você, e te encaminha para o zelador. Este, é o primeiro que lhe dá ouvidos, que quer te ajudar mas não tem o conhecimento nem o poder de fazer algo a respeito. Resultado? Você vai embora e baixa aquele torrent da discografia completa e nunca mais pisa naquela loja, e possivelmente em nenhuma outra.

Quem saiu perdendo nesta situação? A banda obviamente foi uma delas, mas foi ela a culpada?

Quais foram as principais conseqüências? Além da venda perdida, pode incluir na conta um marketing negativo que irá impedir de elogiar aquela loja, indicar aos amigos e quem sabe gerar um post sobre isto.

Menosprezar um cliente por menor que ele seja pode causar um impacto em toda a cadeia de processos que foi utilizada para lhe entregar aquele produto. Tenho a certeza absoluta de que você já passou por essa situação.

Irei falar sobre algumas experiências que tive recentemente com o relacionamento de algumas empresas, grandes e pequenas, e comparar com o panorama das empresas regionais. Leia mais »

Oba-Oba!

De volta às origens, né?Voltamos no tempo e não me avisaram?

Hoje participei de uma aula só para assistir um debate sobre relações de trabalho - também achei que seria massante, mas um bom discordiano não dispensa um debate :).

O livro discutido foi Chega de Oba-Oba! e defendia a divisão do trabalho da vida social.

A autora condena o espírito de equipe porque este leva os funcionários a pensar que outra pessoa vai fazer o trabalho deles. Para ela, a confusão entre vida pessoal e trabalho provocada pela mentalidade americana é a principal causa da onda de estresse mundo afora; a razão de viver das pessoas não está no âmbito do trabalho. Planeta News

Realmente temos que saber o qual o nosso papel no grupo. Mas sou totalmente contrário à idéia de que o ambiente de trabalho deve ser algo onde dedicamos nosso tempo a algo mecânico e que não devemos torna-lo algo pessoal. Se eu passo 8 ou 12 horas por dia me dedicando ao trabalho (eu conto cada minuto desde o momento que acordo para me arrumar para o trabalho até o momento em que chego em casa), eu tenho direito de torna-lo algo pessoa. É MAIS DA METADE DO MEU TEMPO.

Se encararmos o trabalho da maneira que propõe a autora, quando nos aposentarmos tendo trabalhado uma média de 40 anos, teremos desperdiçado cerca de 15 anos de nossas vidas em troca de dinheiro. Chocante não? Pois é, algumas pessoas não acharam.

O que mais me surpreendeu nessa história toda de debate foi a visão de algumas pessoas ainda concordavam em encarar TODOS os trabalhos como uma linha de produção em série no modelo Fordista.

Não sei porque, mas a expressão “Ludismo” me veio à cabeça…

Encaro o trabalho em parte como lazer, porque ao contrário da maioria (pelo que pude perceber), eu gosto do que eu faço. Me sinto bem em prestar consultoria e ajudar uma empresa, em pesquisar assuntos para o blog e oferecer serviços de hospedagem de domínio. Ou até trabalhar aqui e ali e Barman em uma rave ou outra :).

“Bom-Senso”. Quando foi mencionado no debate imaginei que quem mencionou o tivesse. Não é que tinha? :D

Foi o professor. Realmente, para trabalhos no chão de fábrica não é muito aconselhável que ele pare o serviço para atender o celular, muito menos para um vendedor que está com um cliente. Mas isso depende do “bom senso” do funcionário.

A empresa nos contrata para trabalharmos X horas e nos paga para isso .

Desculpe mas não concordo, não irei contratar alguém que trabalhe 30 horas por dia para mim. Contrato alguém que me mostre resultados no fim da semana. Tendo trabalhado 3 ou 30 horas.

Para trabalhos onde se espera um conteúdo criativo, não podemos definir uma produção X, feita em Y tempo (no meu caso se define n² miligramas de Cafeína multiplicado pelo volume da música).

Eu gosto de trabalhar de madrugada, nas tardes de sábado e de preferência em um note no campus da UEL onde pega wi-fi de boa.

Geek Lifestyle.

Próxima Página »